Leitura

A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê de mais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.

Amores

A lei da gravidade não pode ser responsabilizada pelo fato de uma pessoa cair de amores por outra.

Crescimento

A imaginação é mais importante que o conhecimento. Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro. Conhecimento vem, mas a sabedoria tarda.

O que você quer, Deus?

“Quem, pois, está disposto a fazer oferta voluntária, consagrando-se hoje ao Senhor? (1 Crônicas 29.5)

Os cristãos passam a ser perigosos para o inimigo quando começam a viver vidas consagradas que são totalmente dedicadas e rendidas a Deus. Esse tipo de devoção significa que oferecemos tudo o que somos e o que temos a Deus; não podemos reter nada. Quando nos consagramos, convidamos Deus a falar conosco e a tratar conosco sobre qualquer área que Ele escolha abordar em nossa vida.

Se realmente levarmos a sério o fato de sermos separados para sermos usados por Deus, precisamos perguntar a nós mesmos se existem áreas em nossa vida que estamos nos recusando a entregar a Deus. Que pequenos lugares secretos temos no coração? Quais são as coisas sobre as quais dizemos: “Bem, Deus, o Senhor pode fazer tudo, menos aquilo”, ou “Ah, não, Deus! Não estou pronto para isso!” ou “Deus, só não toque nesse relacionamento ainda”, ou “Senhor, só não me peça para parar de fazer isso!”? Consagração total não é dizer: “Senhor, vou ler a minha Bíblia todos os dias”; “Vou decorar versículos e esconder a Sua Palavra no meu coração e orar muitas horas por dia, mas, por favor, não me peça para abrir mão do meu único vício favorito!” Na verdade, consagração total é dizer de todo o coração e com sinceridade: “Eu me entrego – inteiramente – ao Senhor, meu Deus. Fale comigo e me diga o que o Senhor quer”.

Não estou tentando dizer que devemos esperar que Deus tire tudo o que gostamos de nós, porque Ele não vai fazer isso. Mas tudo deve estar disponível para Ele. Ele precisa fazer as escolhas quanto ao que realmente é bom para nós e o que não é; nossa função é confiar nele completamente.

A PALAVRA DE DEUS PARA VOCÊ HOJE: Esteja inteiramente disponível para Deus, não lhe negando nada.

Paciência e atenção com nossos pais

passarosecriancasRodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele. Foram para um parque da cidade e resolveram sentar em um banco da praça. Enquanto Rodrigo lia seu jornal, seu pai observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. De repente, diante de um movimento nas árvores, o pai de Rodrigo, seu Orlando, pergunta: Filho, o que é aquilo? Rodrigo afasta por um segundo o jornal e responde: É um pássaro, pai… O velho pai continua acompanhando o movimento do passarinho e, novamente, pergunta: – O que é aquilo? Estressado, Rodrigo responde de forma ríspida: – Poxa! Já falei… Aquilo é um pássaro!!! Passados alguns segundos, seu Orlando torna a perguntar, apontando para o passarinho: – O que é aquilo? Desta vez, o filho explode com sua paciência esgotada, gritando com o próprio pai: O senhor está caduco, surdo? Já falei aquilo é um pássaro. P á s s a r o!!! Entendeu???

Nisso, o velho pai faz um sinal pedindo para o filho aguardar. Levanta-se, tira da bolsa uma espécie de diário e pede ao filho para ler em voz alta um trecho escrito há muitos anos: “Ontem, meu filho, agora com três aninhos, perguntou-me 26 vezes o que era aquilo voando de uma árvore para outra e lhe respondi todas as vezes, com muita paciência, tratar-se de um pássaro. E, em todas as vezes, abracei meu filhinho, orgulhoso e cheio de amor.”

Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, velhos demais e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram, educaram, socorreram, investindo todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, ser pessoas de bem. E hoje não temos tempo e paciência para com eles.

Salvo duas vezes em uma só noite

saltoornamentalUm excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Uma pessoa intrigada com aquele comportamento perguntou-lhe qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu, e respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação que ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento, as palavras daquele ensinamento me vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

E continuou relatando: Finalmente, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite, fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água…

Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar ou retardar os acontecimentos, pois tudo acontecerá no seu devido tempo, e esse tempo é o “Tempo de Deus”, e não o nosso!

A corrida dos sapos

sapinhosEra uma vez um grupo de sapinhos que organizaram uma competição. O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.

Uma multidão juntou-se em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores. A corrida começou. E, sinceramente, ninguém naquela multidão realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.  Eles diziam coisas como: “Oh, é difícil DEMAIS! Eles NUNCA vão chegar ao topo“. Ou ainda: “Eles não tem nenhuma chance de êxito. A torre é muito alta!”. E, de fato, os sapinhos começaram a cair. Um a um… Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto.

A multidão continuava a gritar: “É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!” Outros sapinhos se cansaram e desistiram. Mas UM continuou a subir e subir… Este não desistia! No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo! Naturalmente, todos os outros queriam saber como ele conseguiu.

Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguira forças para atingir o objetivo. E o resultado foi: o sapinho campeão era SURDO!

Por isso, nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas porque elas tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Lembre-se sempre do poder das palavras porque tudo o que você ouvir e ler afetará suas ações!